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Boletim de Investimentos

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ABRIL 2022

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Prezado participante,

Este é o boletim de investimentos da CargillPrev, contendo os principais acontecimentos no mercado no mês de abril de 2022.

Boa leitura!

O mês de abril foi marcado pelo desempenho negativo das principais bolsas globais, que, além de continuarem incorporando os impactos do conflito entre Rússia e Ucrânia e as comunicações mais duras por parte dos Bancos Centrais, também foram influenciadas pelo receio oriundo da imposição de novas restrições de mobilidade na China, amplificando o risco de uma desaceleração econômica global mais acentuada e de continuidade das pressões inflacionárias.
No mercado internacional de juros, vimos uma continuidade dos movimentos dos últimos meses, com os agentes de mercado precificando a necessidade de um aperto monetário mais intenso e prolongado para conter a disseminação da inflação na maior parte dos países. Nos Estados Unidos, o comportamento dos rendimentos das taxas de juros foi de alta; os juros nominais de 2 anos abriram em torno de 40 bps, enquanto a Treasury de 10 anos terminou o mês subindo em torno de 60 bps, passando de 2,34% para 2,94%.
No Brasil, os ativos de risco reverteram o movimento positivo observado nos meses anteriores. Na parcela de Renda Fixa, observamos o impacto de novas surpresas nos dados de inflação corrente através de uma abertura da curva de juros nominais e do aumento da projeção da inflação implícita no mercado. Diante deste cenário, o Banco Central mantém a postura dura com relação à política de aperto monetário, refletindo no aumento da taxa SELIC, em 1 p.p. para 12,75%. Em seu comunicado, há ainda a possibilidade de mais uma alta na reunião de junho.
No mercado de ações, a grande exposição às commodities do Ibovespa e o alto nível da SELIC não foram suficientes para compensar o cenário de maior aversão a risco global, fazendo com que o investidor estrangeiro retirasse, aproximadamente, 7 bilhões da Bolsa, impactando negativamente o Ibovespa, que fechou em queda de 10,10%.
O IPCA divulgado em abril, pressionado pelos preços de combustíveis e alimentos, registrou alta de 1,06%. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA permanece nos dois dígitos, acumulando 12,13%. Nos índices IMA, o maior retorno no mês está vinculado aos ativos com duration de até 5 anos, positivo em 1,56%, refletindo o fechamento das taxas mais curtas.

Todo mês uma nova análise de investimentos. Acompanhe nosso boletim e aproveite.

Até a próxima,
Alexandre Muniz
Diretor de Investimentos CargillPrev

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