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Boletim de Investimentos

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MARÇO 2026

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Nos Estados Unidos, o FOMC decidiu por manter a taxa de juros no patamar atual (3,5%~3,75%). A decisão foi motivada por uma tímida criação de novos empregos, inflação ainda elevada e conflitos no Oriente Médio. A taxa de desemprego subiu de 4,3% em janeiro para 4,4% no mês de fevereiro. O emprego apresentou baixa no setor de assistência médica, decorrente de greves. Também houve perda de vagas no governo federal e setor da informação. O CPI de fevereiro foi de 0,3% (2,4% anualizado), com aumentos nas categorias de moradia (0,2%) e comida (0,4%). Houve inflação acentuada em energia (0,6%).

As Bolsas dos EUA encerraram o mês em queda. O mercado apresentou temores com o fechamento do estreito de Ormuz e, consequentemente, com o aumento do preço do barril de petróleo. Com isso, houve uma quebra de expectativas sobre início do corte de juros. Os índices, em dólar, tiveram o seguinte desempenho: S&P 500: -5,09%; Dow Jones: -5,38% e Nasdaq 100: -5,01%.

A inflação da Zona do Euro (HICP) subiu de 1,7% (anualizada) em janeiro para 1,9% em fevereiro. As maiores pressões inflacionárias vieram do setor de serviços (1,54%), alimentos, álcool e tabaco (0,48%). Já os preços da energia apresentaram uma retração tímida (-0,30%). O Banco Central Europeu decidiu em manter as taxas de juros inalteradas por receio dos impactos inflacionários provenientes dos conflitos no Oriente Médio.

O IPCA de fevereiro no Brasil registrou variação de 0,70%, 0,37 p.p. acima do registrado em janeiro e acumulou uma alta de 3,81% nos últimos 12 meses. A maior variação veio do grupo Educação (5,21%), afetado pelos reajustes nas mensalidades das escolas e cursos no começo do ano letivo. Na sequência, Transportes (0,74%) refletiu, principalmente, o aumento das passagens aéreas (11,40%). As menores variações vieram dos grupos Vestuário (0,16%), Comunicação (0,15%) e Artigos de Residência (0,13%).

O COPOM decidiu, por unanimidade, cortar a taxa Selic em 0,25%, ao patamar de 14,75% ao ano. A baixa intensidade do corte foi justificada por uma desaceleração econômica, expectativa da inflação para este ano ainda acima da meta, fomento do pleno emprego e incerteza sobre o impacto do cenário geopolítico na inflação.

Em relação aos principais índices de mercado no mês de fevereiro, destacam-se o CDI, com 1,21%, IFIX com -1,06%, o IBOVESPA, com -0,70%, o SMLL, com -5,77%, o MSCI WORLD (BRL), com -5,28%, o IMA-B, com 0,17% e o Dólar (PTAX), com 1,36%.

Confira como foi a performance dos indicadores de mercado e a alocação dos Perfis de Investimento da CargillPrev por classes de ativos.

ÍNDICES DE MERCADO CDI Ibovespa
Março/2026 1,21% -0,70%

CLASSES
DE ATIVOS

RENDA
FIXA

RENDA
VARIÁVEL

MULTIMERCADO EXTERIOR
SUPER CONSERVADOR 100,00% 0,00% 0,00% 0,00%
CONSERVADOR 94,22% 0,00% 5,78% 0,00%
MODERADO 81,50% 10,40% 8,10% 0,00%
ARROJADO 63,29% 25,94% 10,77% 0,00%
SUPER ARROJADO 42,39% 44,10% 13,52% 0,00%
Consolidado Últimos 12 meses

RETORNO ACIMA
DA INFLAÇÃO

PERCENTUAL DO CDI
SUPER CONSERVADOR 14,52% 10,38% 98,22%
CONSERVADOR 14,30% 10,16% 96,72%
MODERADO 16,98% 12,83% 114,80%
ARROJADO 20,52% 16,37% 138,73%
SUPER ARROJADO 25,37% 21,23% 171,58%

Todo mês uma nova análise de investimentos. Acompanhe nosso boletim e aproveite.

Até a próxima,

Eduardo Koga

Diretor de Investimentos CargillPrev

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